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Social TV: A batalha pelas 3 telas

Tem se falado muito sobre como as três telas (TV, mobile e PC) conversam entre si. Esses dias vi um painel de discussão bem legal do Social Media Explorer sobre essa “batalha das 3 telas” com convidados da Sony Pictures, ESPN e O2Media.

Eles dão uma visão geral de quando a TV começou a ser Social, citando casos como o Super Bowl, onde durante a transmissão ao vivo foram feitos 12.233 tuítes por segundo (TPS). Também mencionam quando Adele ganhou o Grammy e esse número chegou em 10.901 TPS. Isso tudo é evidência de quanto o online e o off-line estão conectados cada vez mais.

Uma correlação interessante que foi falada é que um aumento de 9% no buzz é equivalente a 1% a mais na audiência. Não é uma relação de causa e consequência, mas já é possível fazer um termômetro do impacto online vs. off-line de uma ação publicitária, por exemplo.

Outra coisa que eles citam é que 40% dos usuários de smartphone e tablet os utilizam diariamente enquanto assistem TV. De acordo com o infográfico da Go-gulf de Janeiro deste ano, existem 1,08 bilhões de smartphones no mundo, ou seja ~432 milhões destes tem potencial de gerar interação com algum conteúdo passando na TV. Esse número tende a aumentar muito, visto que a previsão de vendas de smartphones em 2015 é de 1,05 bilhões.

No fim, é falado o seguinte:

“Audience interaction will shape content. As we’ve already discussed at length here, audiences are not content to just passively watch TV anymore. They want to interact with each other and with the characters they’re watching on TV. Audiences pick the winners in online singing competitions — what about picking the ending to a show or a season finale”.

Acredito que seja possível que isso já esteja acontecendo. Recentemente #Oioioi100 foi Trending Topic no Twitter por conta do episódio 100 de Avenida Brasil, mostrando o quanto (e como) a novela tem impactado as pessoas. Já é bastante falado sobre como os roteiros de novelas são influenciados pela percepção do público.

As mídias sociais se tornam assim mais uma fonte de informação para os roteiristas agradarem mais a sua audiência e o melhor: é mais ágil do que cartas, imprensa, telefonemas ou pesquisas.

Então, se ainda não estiverem utilizando este recurso, a pergunta que fica é: Por que não?

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